Vejam os depoimentos de pessoas que passaram pelo Sítio Sertãozinho. Depoimentos da Semana de Desintoxicação e Revitalização, O Milagre e a Alquimia do Pão e outras atividades realizadas.

 


8 Comentários

  • Marilene Antunes - Janeiro de 2011 4 de março de 2016 em 13:47

    Anotações

    Penso cada vez mais, no quanto uma formação, pode e tende a ser multiplicadora de pré-conceitos.

    Algumas abordagens, nas mais diversas vertentes psicológicas, são quase desconhecidas, as vezes menosprezadas por muitos,inclusive, por profissionais que atuando nestas, não expõe na totalidade a que esta se propõe, e a falta de informação é o que normalmente, mantém crenças equivocadas e discriminações.

    Observando atentamente ,aqui no “Sertãozinho”, durante as longas conversas despretensiosas de “Magdala”( nome de legítima força e que me fez questionar, por que teria sido reduzido a “Magui”…), figura forte,intensa, que olha muito…e profundamente, tornando-se assim, presente em cada canto deste lugar.

    Esta mulher ao abrir a boca, conta histórias…várias; fala dos reflexos do homem na natureza e dos reflexos da natureza no homem, nos aproximando de tal forma ao nosso próprio ser que, de forma sutil e quase “sem querer”, nos diz da relação do sujeito com a falta, e com propriedade, aponta os revezes, dos caminhos que o sujeito percorre, atrás, ou à “frente”, de seu objeto de desejo…

    Descreve a inquietação feminina, e a dor vivida pelas mulheres neste caminho.

    Ela também nos diz sobre o quanto sofrem os homens, e olha pra eles,terna e maternalmente, como se os pudesse curar com um abraço.

    Fala do seu eleito,Orestes, com um respeito,admiração e gratidão, difíceis de se ouvir nos dias de hoje.

    E Assim Magdala,cultuada por alguns e vista com estranheza para outros,deixa claro, dia após dia, “é de carne e osso”,tão humana quanto nós.

    E exatamente por isso,e provavelmente por ter vivido, sua humanidade tal qual descreveu em comoventes histórias,pôde me falar de conceitos já conhecidos e trabalhados por mim,porém de forma bordada nas teias da aranha,nos prantos de dor dos homens que sangram por suas mulheres,nas mulheres que intuem sem questionar e tecem suas intuições,elaborando a teia de suas vidas.

    Tudo isso cuidando delicadamente de traçar a linha tênue que habita em cada um de nós,entre a consciência e o inconsciente.

    Que aliás, ela demonstra conhecer com intimidade, e considerar tanto ou mais,que muitos estudiosos do termo.Desta forma,torna-o quase palpável,desmistificando e simplificando para faze-lo acessível.

    As “associações livres” ( todas livres), a ponto de não se lembrar do que disse a minutos atrás, são o meio pelo qual, ela traduz ( interpreta?!) o que vê e ouve de cada um.

    Assim, os pré-conceitos que habitam em muitos de nós são só pré…porque os conceitos eu os vi, trabalhados aqui, nas entrelinhas do que prazerosamente, pude participar.Vi também durante este período, que durou seis dias, sua mão mostrando a direção àqueles que, perdidos no caminho,trilhavam na dúvida.

    Fecho este texto profundamente agradecida.E livre das dúvidas e mensagens pré-concebidas, sobre as inúmeras formas de se abordar o sujeito, tão diferente, que vive em cada um.Levo comigo ainda, a sensação de leveza e verdadeira revitalização,proporcionadas por cada uma das atividades;banhos;caminhadas;descanso e maravilhoso cardápio,além da beleza deste lugar!

    Minha prática tão diferente na condução,acaba de ganhar brilho novo.

    E embora, seus moldes e aplicações não sejam alterados, sei que o ouvido atrás do divã, jamais será o mesmo e que muitos ganharão com isso!

    Por meus clientes,pelos que ainda estão por vir e por mim mesma,

    Obrigada, Magdala!

    Agradeço ainda,a atenção, disponibilidade e carinho do Orestes e de toda a equipe!

    Abraço carinhoso a todos!

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  • Gladys Sagula - Representante comercial - São Paulo - SP 4 de março de 2016 em 13:46

    Vamos para o Sertãozinho pensando em desintoxicar o corpo e quando nos damos conta estamos desintoxicando nossa alma. Saimos de lá com o corpo melhor, mais livre de impurezas, mas principalmente saimos mais leves, deixamos bem mais que quilos, deixamos culpas, ressentimentos, tiramos vários fardos de nossas costas. Após alguns dias, ficamos com a certeza que aquilo não é um encontro de pessoas e sim um reencontro de almas. No Sertãozinho encontramos pessoas que nos mostram o quão grande o ser humano pode ser, e nos inundam de tanto carinho, amor, aconchego que se torna impossível não criar laços. Agradeço pela oportunidade, pela experiência, pela convivência com pessoas tão especiais que nos ensinam em uma semana que podemos caminhar mais leves, e principalmente que nunca estamos sós.

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  • Luciene Rochael - Psicóloga - Belo Horizonte- MG 4 de março de 2016 em 13:46

    Conheci o Sertãozinho através de uma amiga. O lugar é aconchegante, místico e renova as energias. A comida é ótima e o acolhimento também.

    Parabéns!

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  • Helta Yedda - Advogada - Belo Horizonte - MG 4 de março de 2016 em 13:46

    Participei da semana de desintoxicarão em julho de 2001, ocasião em que estava passando por sérios problemas pessoais, motivo pelo qual resolvi me presentear indo para um lugar onde não conhecia ninguém e nem sabia exatamente do que se tratava. Tinha vaga idéia dos trabalhos desenvolvidos, pois havia tomado conhecimento desse evento em um programa de televisão. Já tinha tomado conhecimento do Sertãozinho e da Magui através de uma amiga minha e no ano anterior tinha ido até lá participar da cerimônia do pão. Nada mais. Sabia apenas que o lugar era aprazível e as pessoas de bom coração. Assim, numa manhã friorenta de julho viajei até Moeda disposta a me entregar aos cuidados da Magui e de sua equipe e foi a decisão mais acertada que já tomei em minha vida. Lá fui recebida com carinho não só pela Magui como também pelas pessoas que partilhariam a semana comigo. Naqueles dias que lá passei comecei a elaborar minha dor e meu sofrimento, pois fui acolhida, ouvida e cuidada com todo carinho. A partir dali fiz amigos queridos que conservo até hoje. Os trabalhos desenvolvidos durante a semana de desintoxicação são muito envolventes, criativos e orientados para que possamos enxergar a beleza que existe ao nosso redor, até nos acontecimentos que julgamos serem os mais negros e dolorosos de nossas vidas. A comida é deliciosa, variada, balanceada e feita com muito carinho. O ambiente é acolhedor e aprazível, onde o olhar pousa existe uma flor para colorir e alegrar. Depois da semana de desintoxicação continuei e continuo participando de vários eventos oferecidos no Sertãozinho e com o apoio e a orientação de Magui e de Rackel pude finalmente encontrar a trilha que levava “do pântano à floresta” do meu ser. No Sertãozinho aprendia a caminhar em Beleza.

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  • Mércia Salomé Silva - Apos. Trab. volunt. dependentes quim. e famílias - Belo Horizonte - MG 4 de março de 2016 em 13:45

    Conheci Magui e Orestes pessoalmente em 11 de dezembro/2007. Fizemos o encerramento do curso Finitude com Márcio Miranda (EFMA) com Magui. Foi o melhor presente que me dei de aniversário. Agradecida. Preciso voltar e quero voltar para a cerimônia dos pães e outros trabalhos. É maravilhoso e gratificante. O lugar é pura harmonia e pleno de paz.

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  • Hércoles Jaci - Psicólogo - Clínico e Organizacional - Belo Horizonte - MG 4 de março de 2016 em 13:44

    Desde 1999 venho participando, uma vez por ano, da Semana de Desintoxicação promovida pelo Sítio Sertãozinho, com a Magui e sua equipe de colaboradores. Para mim é uma semana inesquecível, inusitada e é antes de tudo um reencontro comigo mesmo. Emagrecer, relaxar, passar uns dias gostosos passam a ser secundários nessa proposta de trabalho. Nesse encontro consigo mesmo, o que para mim é a tônica desse projeto, é que nós temos a oportunidade de VIVENCIAR o que é a tão divulgada auto-estima: que é cuidar-se, recontar e ressignificar a própria história, experimentar a compaixão consigo e com o outro, sentimento tão escasso no mundo atual. VER-SE ao meu ver é a única saída para curar essa inconsciência prevalecente no mundo e esse trabalho proporciona isso. Nestes 7 anos, tenho indicado muita gente e TODAS pessoas indicadas me devolvem riquíssimos depoimentos. Tomara que esse “trabalho-dádiva” possa permanecer favorecendo tantos seres humanos nesse árduo caminho evolutivo nosso. Grato!

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  • Hila Flávia - Belo Horizonte - MG 4 de março de 2016 em 13:43

    Minha experiência com a semana de desintoxicação no Sertãozinho foi da maior valia em minha vida. Fui para lá recomendada pela minha acupunturista, pois estava estressada, confusa, precisando pensar, cheia das dores da artrose que carrego comigo há muitos anos. Chegando, recebi de início uma baforada de ar fresco que me inundou até a alma. Passei uma semana sem sentir os dias e as noites, cumprindo as tarefas como se nunca na vida tivesse feito senão aquilo, dormindo o sono dos justos e me sentindo em casa. Emagreci alguns quilos pois tomei muita água e muito chá, embora esta perda tenha vindo como presente, já que não foi o que procurava. Aliás, fui sem saber o que me esperava. Como resultado, posso assegurar que os efeitos da semana no Sertãozinho, embora acontecida há quatro anos, surtem efeitos até hoje. Parece que não saí de lá, pois Magui e Orestes estão sempre no meu coração, as flores e as plantas estão também plantadas em minha casa e sinto seu perfume constantemente, o auto-conhecimento passou a ser uma busca constante e a serenidade é minha companheira. Paz e bem para esta turma do Sítio Sertãozinho, pois ela só espalha luz.

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  • Carla Cristiane Prestes da Costa - Historiadora - Belo Horizonte - MG 4 de março de 2016 em 13:42

    Adoro ir ao Sítio Sertãozinho, onde renovo minhas energias e encontro harmonia e amor.

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